Preparamo-nos para uma revolução que acabe com o capitalismo, o imperialismo e as guerras, lutando contra todas as formas de exploração e opressão que este sistema doentio e as suas crises produzem. Participamos no Projeto para uma Internacional Marxista Revolucionária, uma rede internacional de trabalhadores e jovens revolucionários presente em mais de 25 países em todos os continentes, bem como na ROSA Internacional – Movimento Feminista Socialista. Contacta o nosso grupo em Portugal para discutir estas ideias e a construção a nível internacional de uma sociedade onde a economia é planificada democraticamente, o socialismo!
O Dia Internacional da Mulher deste ano tem um cenário muito sombrio. Temos uma crise climática para resolver. Temos centenas de milhares de barrigas famintas para alimentar. Mas os recursos do mundo não vão para a mudança climática e não vão para salvar vidas. Em vez disso, eles se voltam para a militarização.
Feministas socialistas contra a guerra, o imperialismo e o capitalismo – pela libertação nacional e social da Palestina, pelo fim de todas as formas de opressão.
No Dia Internacional da Mulher deste ano, mobilizamo-nos para intensificar a luta contra a guerra genocida em Gaza, contra o apoio e armas imperialistas ao capitalismo israelita, e para acabar com o cerco e a ocupação.
O Zhenotdel foi fundado por mulheres bolcheviques, como Alexandra Kollontai e Inessa Armand, na Rússia, após a revolução de 1917. O departamento foi criado para assegurar a plena participação das mulheres na sociedade soviética. Apesar do esforço excecional que o Zhenotdel fez para envolver as mulheres da classe trabalhadora e camponesas na vida social e política, o departamento e o seu trabalho único não são hoje do conhecimento histórico comum.
Todos os que querem evitar a aplicação dos planos da Direita e da extrema-direita deverão votar, como em eleições anteriores, na Esquerda parlamentar sem ilusões quanto a poder resolver os problemas da classe trabalhadora através do voto.
Embora seja correto, dada a falta de alternativa, viabilizar um governo do PS para impedir um governo de Direita, e não seja mentira que os anos da Geringonça (2016-2019) trouxeram melhores notícias para a classe trabalhadora que os últimos anos, há que retirar as devidas lições dessa experiência.
Como é que o regime de apartheid da África do Sul foi derrubado? Neste artigo, um participante na luta pela libertação negra na África do Sul e organizador Marxista na época reconta essa história, tirando lições para os dias de hoje.
Face à ofensiva da extrema-direita e de grupos fascistas, temos de construir campanhas de luta que reúnam trabalhadores e jovens de todas as origens. A autodefesa proletária é essencial para a nossa segurança, confiança e organização! No entanto, a luta contra o fascismo não será resolvida pelo peso numérico do proletariado, mas pela capacidade da sua vanguarda em construir uma organização revolucionária comprovada e com uma influência decisiva entre as massas.
Na parte 1 deste artigo, explicamos como a classe trabalhadora, na sua resistência à exploração, opressão e destruição capitalistas, formará muitos tipos de organizações. Aqui, na parte 2, explicaremos um pouco mais sobre o que é um verdadeiro partido revolucionário.
Nós, pelo contrário, defendemos que as mobilizações devem ser construídas pelas bases dos trabalhadores, estudantes, indígenas, sem-tetos, sem-terras, feministas, movimento negro, etc. Essa construção deve ser com independência de classe em relação ao governo, pois já ficou claro que os acordos com a burguesia e a direita sempre vão favorecer o poder económico.
Se organizada e mobilizada, a classe trabalhadora pode derrubar o capitalismo; isso não deve ser posto em dúvida. Só não o pode fazer sem um partido e uma direção marxista, que se baseia nas lutas da classe trabalhadora e dos oprimidos.