Invasão de Rafah: Intensificar os protestos internacionais para impedir o banho de sangue em Gaza

– Artigo publicado originalmente em árabe a hebraico a 7 de Maio de 2024 pela Luta Socialista (secção da ASI em Israel-Palestina) e traduzido pela Liberdade Socialismo e Revolução (secção da ASI no Brasil) – O “Gabinete de Guerra” israelita decidiu por unanimidade iniciar a primeira fase da catastrófica invasão de Rafah, onde atualmente se encontra a maioria da população ...
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Tirem as mãos de Rafah! Cessar-fogo já!

Ocupações de escolas em todo o mundo, com mais de 30 nos EUA e em vários outros países indicam o poder das massas para impedir o massacre. Nos últimos meses, trabalhadores de transportes e médicos em Espanha, Bélgica, Itália e muitas outras regiões lideraram greves e recusaram-se a enviar remessas militares para Israel. Também em Portugal precisamos de construir um movimento dos trabalhadores que apoie as ocupações e se junte à luta contra o massacre.
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EUA: A máquina de guerra reprime os protestos estudantis contra a guerra

– Artigo publicado originalmente em inglês a 2 de Maio de 2024 pela Socialist Alternative (secção da ASI nos EUA) – Na noite de terça-feira, 30 de abril, centenas de agentes da polícia de Nova Iorque, com equipamento anti-motim completo, invadiram o campus da Universidade de Columbia, onde se realizava o primeiro de quase 100 acampamentos de protesto ...
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Parem a guerra genocida do regime israelita em Gaza

Feministas socialistas contra a guerra, o imperialismo e o capitalismo – pela libertação nacional e social da Palestina, pelo fim de todas as formas de opressão. No Dia Internacional da Mulher deste ano, mobilizamo-nos para intensificar a luta contra a guerra genocida em Gaza, contra o apoio e armas imperialistas ao capitalismo israelita, e para acabar com o cerco e a ocupação.
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Combater a extrema-direita em Portugal e no mundo

Face à ofensiva da extrema-direita e de grupos fascistas, temos de construir campanhas de luta que reúnam trabalhadores e jovens de todas as origens. A autodefesa proletária é essencial para a nossa segurança, confiança e organização! No entanto, a luta contra o fascismo não será resolvida pelo peso numérico do proletariado, mas pela capacidade da sua vanguarda em construir uma organização revolucionária comprovada e com uma influência decisiva entre as massas.
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Um ano de governo Lula no Brasil: entre a “reconstrução democrática”, a austeridade fiscal e a conciliação com a burguesia e a direita

Nós, pelo contrário, defendemos que as mobilizações devem ser construídas pelas bases dos trabalhadores, estudantes, indígenas, sem-tetos, sem-terras, feministas, movimento negro, etc. Essa construção deve ser com independência de classe em relação ao governo, pois já ficou claro que os acordos com a burguesia e a direita sempre vão favorecer o poder económico.
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Contra o massacre sobre o povo Palestiniano, um movimento de massas internacional! 

A 31 de Outubro, os sindicatos belgas do setor dos transportes declararam recusar transportar armas destinadas a Israel, e, em particular, ao genocídio em Gaza. Desde então, outros seguiram o exemplo. Estivadores e sindicatos na Catalunha e em Génova, em Itália, travaram envios para Israel. Na Austrália, centenas de sindicalistas e manifestantes ocuparam portos e forçaram um navio Israelita a alterar a rota. Nos EUA e no Reino Unido, houve bloqueios vários a navios militares e fábricas de armamento, incluindo a INKAS, a BAE Systems e a Elbit Systems. As ações dos trabalhadores e da juventude contra o envio de armas a Israel e contra o massacre em Gaza são urgentes e devem ser generalizadas e intensificadas. 
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A primeira Intifada (1987-1993): uma luta de massas contra a ocupação israelita

Na noite de 8 para 9 de dezembro de 1987, um camião-cisterna israelita embateu contra um táxi que aguardava na fila para entrar em Gaza. Entre os quatro mortos encontravam-se três residentes de um campo de refugiados que, tal como 100.000 outros palestinianos, eram obrigados a fazer a viagem todos os dias para trabalhar em empregos de miséria em Israel. No dia seguinte, um jovem manifestante foi morto a tiro pelas forças israelitas. A revolta espalhar-se-ia como um incêndio.
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