Combater a extrema-direita em Portugal e no mundo

Face à ofensiva da extrema-direita e de grupos fascistas, temos de construir campanhas de luta que reúnam trabalhadores e jovens de todas as origens. A autodefesa proletária é essencial para a nossa segurança, confiança e organização! No entanto, a luta contra o fascismo não será resolvida pelo peso numérico do proletariado, mas pela capacidade da sua vanguarda em construir uma organização revolucionária comprovada e com uma influência decisiva entre as massas.
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Um ano de governo Lula no Brasil: entre a “reconstrução democrática”, a austeridade fiscal e a conciliação com a burguesia e a direita

Nós, pelo contrário, defendemos que as mobilizações devem ser construídas pelas bases dos trabalhadores, estudantes, indígenas, sem-tetos, sem-terras, feministas, movimento negro, etc. Essa construção deve ser com independência de classe em relação ao governo, pois já ficou claro que os acordos com a burguesia e a direita sempre vão favorecer o poder económico.
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Contra o massacre sobre o povo Palestiniano, um movimento de massas internacional! 

A 31 de Outubro, os sindicatos belgas do setor dos transportes declararam recusar transportar armas destinadas a Israel, e, em particular, ao genocídio em Gaza. Desde então, outros seguiram o exemplo. Estivadores e sindicatos na Catalunha e em Génova, em Itália, travaram envios para Israel. Na Austrália, centenas de sindicalistas e manifestantes ocuparam portos e forçaram um navio Israelita a alterar a rota. Nos EUA e no Reino Unido, houve bloqueios vários a navios militares e fábricas de armamento, incluindo a INKAS, a BAE Systems e a Elbit Systems. As ações dos trabalhadores e da juventude contra o envio de armas a Israel e contra o massacre em Gaza são urgentes e devem ser generalizadas e intensificadas. 
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A primeira Intifada (1987-1993): uma luta de massas contra a ocupação israelita

Na noite de 8 para 9 de dezembro de 1987, um camião-cisterna israelita embateu contra um táxi que aguardava na fila para entrar em Gaza. Entre os quatro mortos encontravam-se três residentes de um campo de refugiados que, tal como 100.000 outros palestinianos, eram obrigados a fazer a viagem todos os dias para trabalhar em empregos de miséria em Israel. No dia seguinte, um jovem manifestante foi morto a tiro pelas forças israelitas. A revolta espalhar-se-ia como um incêndio.
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Construir uma luta de massas internacional contra o massacre sobre o povo palestiniano! 

O que tudo isso mostra é que há um grande potencial para um movimento anti-guerra multi-racial, multi-étnico e que cruza fronteiras. É apenas essa luta, a luta de massas lideradas pela classe trabalhadora de toda a região do médio oriente que pode realmente garantir a liberdade do povo palestiniano. O que estamos a ver é a mais alta expressão da barbaridade do sistema capitalista. Diante desse sistema de opressão e exploração não há nenhuma solução possível que possa garantir paz ou liberdade. É só com a derrota desse sistema, com o fim do capitalismo e a instalação de uma confederação socialista do Médio Oriente e baseada nos interesses da classe trabalhadora que podemos garantir a autodeterminação e a liberdade para todos.
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Eleições presidenciais na Argentina: o peronismo vence como resultado da rejeição de Milei e haverá um segundo turno

Para organizar as lutas que, mais cedo do que tarde, a classe trabalhadora travará, precisamos de uma esquerda que esteja unida não apenas eleitoralmente, mas fundamentalmente nas lutas diárias da classe trabalhadora.  Nesse caminho, precisamos de construir uma Alternativa Socialista na Argentina, porque o próximo presidente aprofundará o modelo capitalista com o qual poucos ganham, os empresários que se estão a tornar mais milionários a cada dia, enquanto os trabalhadores estão mais pobres.
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Resolução da ASI sobre a Nova Guerra Fria e a guerra na Ucrânia

A ASI identificou a Guerra Fria entre o imperialismo estadunidense e chinês, que se afirmou como “o elemento mais importante das relações mundiais”. A guerra na Ucrânia, o aumento das tensões militares e a corrida armamentista, a economia e o comércio mundiais, as lutas de poder por influência e recursos, as crises políticas – tudo isso está agora entrelaçado com a Guerra Fria imperialista. É evidente que, em última instância, é a luta viva das forças de classe que decidirá o resultado desse processo complexo.
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No meio da normalização da ocupação e do cerco, irrompe uma nova guerra

Convocamos protestos para acabar com a guerra e com as políticas de punição coletiva de “dividir para governar”, para recusar a participação numa ofensiva de vingança contra os residentes de Gaza e para lutar por uma mudança profunda na realidade da vida, incluindo o fim da ocupação e do cerco. Além disso, as convocações para uma greve de protesto e marchas de fúria na Cisjordânia podem ajudar a construir uma luta necessária para desafiar o status quo – a ditadura da ocupação e do cerco – e, ao mesmo tempo, preparar a autodefesa e a proteção dos manifestantes e residentes palestinos.
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Eleições de 23 de Julho no Estado Espanhol: Derrota para a Direita mas Aviso para a Esquerda

Depois da vitória da Direita nas eleições autonómicas e municipais de 28 de Maio e da queda retumbante da Esquerda governamental, a maioria das sondagens apontava para uma vitória por maioria absoluta para a Direita nas eleições de 23 de Julho. No entanto, milhões de trabalhadores e jovens ergueram-se contra a possibilidade de um governo da direita e da extrema-direita do PP e do VOX, infligindo-lhes uma dura derrota eleitoral, da mesma forma que em Portugal foi infligida uma derrota à Direita nas eleições legislativas de 2022.
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