Somos a secção portuguesa da ASI

A Alternativa Socialista Internacional (ASI) é uma organização internacional de trabalhadores e jovens revolucionários presente em mais de 30 países em todos os continentes. Lutamos para acabar com o capitalismo e o imperialismo e contra todas as crises, guerras e formas de opressão que este sistema doentio produz. Contacta a nossa secção portuguesa para discutir estas ideias e a construção a nível internacional de uma sociedade onde a economia é planificada democraticamente, o socialismo!

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Votar contra a Direita e intensificar a luta contra o capitalismo

Embora seja correto, dada a falta de alternativa, viabilizar um governo do PS para impedir um governo de Direita, e não seja mentira que os anos da Geringonça (2016-2019) trouxeram melhores notícias para a classe trabalhadora que os últimos anos, há que retirar as devidas lições dessa experiência.
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Combater a extrema-direita em Portugal e no mundo

Face à ofensiva da extrema-direita e de grupos fascistas, temos de construir campanhas de luta que reúnam trabalhadores e jovens de todas as origens. A autodefesa proletária é essencial para a nossa segurança, confiança e organização! No entanto, a luta contra o fascismo não será resolvida pelo peso numérico do proletariado, mas pela capacidade da sua vanguarda em construir uma organização revolucionária comprovada e com uma influência decisiva entre as massas.
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Um ano de governo Lula no Brasil: entre a “reconstrução democrática”, a austeridade fiscal e a conciliação com a burguesia e a direita

Nós, pelo contrário, defendemos que as mobilizações devem ser construídas pelas bases dos trabalhadores, estudantes, indígenas, sem-tetos, sem-terras, feministas, movimento negro, etc. Essa construção deve ser com independência de classe em relação ao governo, pois já ficou claro que os acordos com a burguesia e a direita sempre vão favorecer o poder económico.
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A n⧬ssa opressão e exploração, o lucro dos capitalistas!

Precisamos de uma luta protagonizada pela classe trabalhadora, aliada às lutas contra todas as opressões! Como trabalhadoras, juntamente com todos os trabalhadores, temos um impacto neste sistema económico que depende da nossa força de trabalho em setores essenciais! Se ativarmos a solidariedade entre trabalhadores e oprimidos, em oposição à competitividade e individualismo promovidos pelo capitalismo, conseguiremos alcançar muitas mais vitórias.
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Contra o massacre sobre o povo Palestiniano, um movimento de massas internacional! 

A 31 de Outubro, os sindicatos belgas do setor dos transportes declararam recusar transportar armas destinadas a Israel, e, em particular, ao genocídio em Gaza. Desde então, outros seguiram o exemplo. Estivadores e sindicatos na Catalunha e em Génova, em Itália, travaram envios para Israel. Na Austrália, centenas de sindicalistas e manifestantes ocuparam portos e forçaram um navio Israelita a alterar a rota. Nos EUA e no Reino Unido, houve bloqueios vários a navios militares e fábricas de armamento, incluindo a INKAS, a BAE Systems e a Elbit Systems. As ações dos trabalhadores e da juventude contra o envio de armas a Israel e contra o massacre em Gaza são urgentes e devem ser generalizadas e intensificadas. 
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Contra a crise do capitalismo e o crescimento da extrema-direita, intensificar as lutas por boas condições de vida

Todos os que lutam, incluindo BE e PCP, devem aprender com os erros da Geringonça, rejeitar a conciliação de classes, procurar unir-se numa única frente e constituir uma verdadeira alternativa política, em torno de um programa que parta dos interesses, reivindicações e lutas da classe trabalhadora e assuma uma ruptura com a lógica capitalista da necessidade de lucro e com as suas instituições. Esse programa deverá ser o exigível para a eventual viabilização de um futuro governo, mas também, e sobretudo, o mínimo por que não se abdicará de lutar no próximo período, com unidade e organização democrática, seja qual for o governo.
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Liverpool 1983-87: Quando os trabalhadores se ergueram contra Thatcher

Há quarenta anos, Liverpool elegeu um conselho municipal socialista. Os vereadores e o movimento operário de Liverpool travaram uma batalha épica contra Margaret Thatcher, na qual foram invictos, até serem traídos pelo líder trabalhista Neil Kinnock e pelos líderes sindicais de direita. Mas o seu legado vive ainda hoje nas casas que construíram, nos parques que abriram e no espírito desafiante do povo da cidade.
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