Somos a secção portuguesa da ASI

A Alternativa Socialista Internacional (ASI) é uma organização internacional de trabalhadores e jovens revolucionários presente em mais de 30 países em todos os continentes. Lutamos para acabar com o capitalismo e o imperialismo e contra todas as crises, guerras e formas de opressão que este sistema doentio produz. Contacta a nossa secção portuguesa para discutir estas ideias e a construção a nível internacional de uma sociedade onde a economia é planificada democraticamente, o socialismo!

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Resultados das eleições legislativas em França: um alívio, mas sobretudo uma oportunidade a não desperdiçar

Precisamos de construir um movimento no espírito da luta contra a reforma das pensões, que combine a força considerável do movimento laboral organizado, graças à arma da greve reconduzível, com a vontade corajosa e inspiradora de lutar por mudanças fundamentais em benefício dos jovens e das pessoas oprimidas, o que pode estimular a luta de classes como um todo.
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Adaptação a uma nova era: a crise do trotskismo após a Segunda Guerra Mundial

Muitos factores económicos, políticos e sociais surgem e interagem entre si. Em qualquer momento, é fundamental avaliar e adaptar as perspectivas traçadas, pois são elas que orientam a ação revolucionária. Isto é ainda mais verdade no contexto de um acontecimento tão poderoso como uma guerra mundial. Pode ocorrer uma evolução fundamentalmente diferente da prevista, e agarrarmo-nos a perspectivas ultrapassadas é um erro pelo qual há sempre um preço elevado a pagar. Infelizmente, foi o que aconteceu com a Quarta Internacional.
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França: Bloquear a extrema-direita na rua e nas urnas!

Votar à esquerda não é uma alternativa à luta. É preciso construir um movimento no espírito da luta contra a reforma das pensões, que combine a força considerável do movimento operário organizado, graças à arma da greve reconduzível, com a vontade corajosa e inspiradora de lutar por mudanças fundamentais em benefício dos jovens e dos oprimidos, que pode estimular a luta de classes como um todo.
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Reino Unido: Porque razão reivindicamos um Novo Partido de Esquerda; um partido de luta; um partido pelo socialismo

Um forte voto de protesto pode galvanizar as forças que lutam por uma alternativa política, e uma vitória de qualquer candidato genuinamente de esquerda mostrará que é possível enfrentar a máquina trabalhista de direita e vencer. (...) Por esta razão, levantámos a necessidade de uma "conferência de resistência" após as eleições, reunindo aqueles que lutam para eleger candidatos de esquerda, activistas da solidariedade com a Palestina e do clima, trabalhadores em greve e outros, para discutir como continuar as nossas lutas sob um governo Starmer.
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México: Claudia presidente! Um novo triunfo para o povo trabalhador

A vitória esmagadora de Claudia Sheinbaum com 59% dos votos, contra 29% de Xóchitl Gálvez, ratifica o espírito de mudança expresso nas urnas desde 2018. A derrota da direita, por 2 a 1, é, sem dúvida, um novo avanço dos trabalhadores e dos oprimidos contra a miséria e a fome. No entanto, a queda da Bolsa de Valores do México um dia após a eleição em quase 6 pontos, a maior desde o início da pandemia de Covid 19, é uma mensagem clara dos mercados e investidores e mostra as novas dificuldades para consolidar os desejos da maioria.
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50 Anos da Revolução: parte 5 – Lições

Para levar a classe trabalhadora ao poder, um partido revolucionário tem a aprender com a Revolução portuguesa, entre outras coisas, a importância de defender as liberdades democráticas, avançar a luta socialista pelo controlo social da produção e organizar o poder proletário para a tomada de poder político.
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Contra o capitalismo, o seu governo e a sua UE. Por uma Europa dos trabalhadores e um mundo socialista

A oposição à UE é possível por uma força internacionalmente coordenada da classe trabalhadora, organizada nas ruas, bairros, fábricas, escolas e locais de trabalho, focada nas preocupações concretas da população trabalhadora e englobando as lutas feministas, antirracistas, queer, antiguerra e ambientalistas, que reconheça que fazer frente às crises económica, social e ambiental exige romper com as regras da UE e com o sistema capitalista e que proponha uma planificação democrática à escala europeia, uma Europa de estados socialistas, parte de um mundo socialista.
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Por Fim ao Fóssil e Fim ao Genocídio! Só a força da classe trabalhadora organizada pode travar a barbárie e transformar a sociedade

– Texto preparado para os panfletos para a manifestação "Nós fazemos o futuro" de 1 de Junho e para a marcha "Unidas contra o colapso" de 8 de Junho, ambas em Lisboa – O reforço do movimento exige a expansão da luta aos locais de trabalho. Nos últimos meses, trabalhadores de transportes e médicos em Espanha, Bélgica, Itália e muitas outras regiões lideraram greves e recusaram-se a enviar remessas militares para Israel. Também em Portugal precisamos de construir um movimento dos trabalhadores que apoie as ocupações e se junte à luta contra o massacre.
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