É um novo holocausto – parem o genocídio em Gaza!

No meio dos tiroteios e bombardeamentos implacáveis e indiscriminados que aterrorizam o povo de Gaza, o Estado de Israel gerou a fome, tornando Gaza aquilo que as Nações Unidas chamaram de “o lugar mais faminto da Terra”, onde “a fome bate a todas as portas”. Pelo menos 113 pessoas morreram de fome, número que só aumentará nas próximas semanas se o regime sionista, apoiado pelo imperialismo dos EUA, mantiver o bloqueio total da Faixa. Os trabalhadores, com o apoio e facilitação dos sindicatos, devem unir-se para discutir como podem agir, incluindo a recusa em manusear todos os bens e serviços israelitas e os produtos de quaisquer empresas cúmplices no genocídio.
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Abordagem Marxista à Luta pela Libertação da Palestina

Uma Palestina livre — o fim da ocupação, das leis do apartheid, das colónias de povoamento e da supremacia racial, e o reconhecimento do direito de regresso dos refugiados palestinianos à sua terra natal histórica. Para além de apoiar firmemente estas reivindicações, argumentamos que elas são incompatíveis com a existência de um Estado sionista colonizador de povoamento; esse Estado tem de ser derrubado e desmantelado. As questões que se colocam são: será isso possível, dadas as actuais correlações de forças? Quem tem o poder de enfrentar um Estado tão militarizado e os seus aliados imperialistas? E, se for possível, que tipo de solução poderá garantir uma libertação genuína e uma paz duradoura para todos? Por mais exigente que seja, elaborar uma solução viável e uma estratégia e tácticas para a concretizar pode trazer a esperança necessária para a causa palestiniana. Aqui, oferecemos as linhas gerais de uma perspetiva marxista sobre estas questões, como contributo para este movimento vital.
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“Caravana da Perseverança” ruma a Gaza para quebrar o cerco

Esta caravana é um ato importante — uma prova de que os povos do Norte de África recusam manter-se em silêncio perante o genocídio. Pode ajudar a galvanizar o tipo de ação de massas, popular e transfronteiriça necessária para quebrar o cerco a Gaza. Na Tunísia, na Argélia e em todo o Magrebe, os sindicatos de trabalhadores e estudantes e os movimentos sociais devem aproveitar este momento para coordenar e intensificar ações nos seus próprios países. Em toda a região, é urgente transformar esta caravana num ponto de partida para um movimento mais amplo, organizado e enraizado de solidariedade da classe trabalhadora e da juventude com a Palestina — um movimento que desafie o sionismo, o imperialismo e todos os regimes capitalistas árabes que os sustentam.
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EUA: Milhares protestam contra as batidas policiais racistas de Trump em Los Angeles!

O capitalismo americano apoia o genocídio em Gaza enquanto persegue os migrantes em seu próprio país. No entanto, a classe trabalhadora latina e norte-americana, com exemplos como a resistência mexicana, mostra o retorno de uma atitude combativa, organizada e solidária contra as tentativas de Trump de separar famílias, deportar trabalhadores e aterrorizar os imigrantes sem documentação. Convocamos as comunidades latinas, os trabalhadores migrantes e os trabalhadores norte-americanos a continuar a luta contra as batidas migratórias, a defender nossas comunidades, nossas famílias e nossa classe como um todo. Nenhum ser humano é ilegal! Chega de ICE, chega de terror!
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8M25: É necessária uma tempestade urgente de resistência feminista, antirracista e socialista

O Dia Internacional da Mulher deve ser um grito de mobilização, não só para resistir à atual vaga de ataques, mas para construir uma alternativa revolucionária forte e com princípios. A nossa luta não é apenas pela ‘sobrevivência’, mas por um futuro onde nenhuma mulher ou pessoa oprimida tenha de viver com medo. Não podemos lutar apenas para defender direitos ameaçados ou recuperar direitos perdidos; precisamos de romper com um sistema que nunca foi concebido para os garantir. Isto significa organizar-nos nos nossos locais de trabalho, nas nossas comunidades e nas ruas — reagindo a cada novo ataque, mas também construindo as forças capazes de derrubar este sistema apodrecido por completo. Significa ligar a luta pela libertação de género à luta pelo poder da classe trabalhadora, à luta contra o racismo, o colonialismo e o imperialismo — e em busca de um mundo socialista. Um mundo onde as nossas vidas já não sejam ditadas pelos lucros de uma pequena elite dominante, que recorre a métodos cada vez mais brutais, opressivos e reacionários para impor a sua dominação sobre o resto do planeta.
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A luta contra o Genocídio em Gaza, o capitalismo e o imperialismo

A resistência contra o genocídio deve visar as suas raízes fundamentais. Isto significa travar uma luta política intransigente contra o colonialismo e o racismo do Estado israelita, bem como contra o sistema capitalista e imperialista que os sustenta. Esta luta exige a construção de organizações socialistas independentes que reúnam a classe trabalhadora e todos os oprimidos em torno deste programa.
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Não nos encostem à parede! A polícia, força de opressão da burguesia

– Artigo do jornal número 7 (Janeiro /Fevereiro de 2025) do coletivo Luta pelo Socialismo, à venda na manifestação “Não nos encostem à parede!” de 11 de Janeiro em Lisboa – A intervenção policial vergonhosa contra os trabalhadores da Rua do Benformoso, em Lisboa, é uma consequência direta da normalização do discurso de ódio xenófobo ...
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Um ano de genocídio em Gaza. A luta contra o capitalismo e o imperialismo

A atual construção do Estado israelita, que faz parte da espiral imperialista, só pode conduzir à destruição e à violência. A liberdade dos palestinianos está ligada à luta contra este sistema desumano. As massas palestinianas podem estar na origem dessa luta de massas. Na sua própria história, têm tradições que podem servir de fonte de inspiração. Desde a primeira Intifada - uma revolta em massa de trabalhadores, mulheres e jovens - até à heroica Marcha do Regresso de 2018 ou à Greve pela Dignidade de 2021. Os aliados naturais nesta luta são a classe trabalhadora, os pobres e os oprimidos da região e de todo o mundo
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