Preparamo-nos para uma revolução que acabe com o capitalismo, o imperialismo e as guerras, lutando contra todas as formas de exploração e opressão que este sistema doentio e as suas crises produzem. Participamos no Projeto para uma Internacional Marxista Revolucionária, uma rede internacional de trabalhadores e jovens revolucionários presente em mais de 25 países em todos os continentes, bem como na ROSA Internacional – Movimento Feminista Socialista. Contacta o nosso grupo em Portugal para discutir estas ideias e a construção a nível internacional de uma sociedade onde a economia é planificada democraticamente, o socialismo!
Para pressionar o Governo e defender e reforçar o SNS e o seu caráter público, universal e gratuito, devemos construir um movimento massivo que una trabalhadores da saúde à restante classe trabalhadora e aos utentes em geral. As reivindicações em defesa do SNS devem ser reivindicações de todos os profissionais de saúde e as greves devem ser unitárias, construídas por todos os trabalhadores da saúde pela base. A eficácia das greves pode ser aumentada pelo envolvimento e a solidariedade de outros setores da classe trabalhadora. O planeamento e escalamento de greves intersetoriais, em defesa do SNS e dos serviços públicos, poderá ser fundamental para ganhar as batalhas que se travam.
Convocamos protestos para acabar com a guerra e com as políticas de punição coletiva de “dividir para governar”, para recusar a participação numa ofensiva de vingança contra os residentes de Gaza e para lutar por uma mudança profunda na realidade da vida, incluindo o fim da ocupação e do cerco. Além disso, as convocações para uma greve de protesto e marchas de fúria na Cisjordânia podem ajudar a construir uma luta necessária para desafiar o status quo – a ditadura da ocupação e do cerco – e, ao mesmo tempo, preparar a autodefesa e a proteção dos manifestantes e residentes palestinos.
Depois da vitória da Direita nas eleições autonómicas e municipais de 28 de Maio e da queda retumbante da Esquerda governamental, a maioria das sondagens apontava para uma vitória por maioria absoluta para a Direita nas eleições de 23 de Julho. No entanto, milhões de trabalhadores e jovens ergueram-se contra a possibilidade de um governo da direita e da extrema-direita do PP e do VOX, infligindo-lhes uma dura derrota eleitoral, da mesma forma que em Portugal foi infligida uma derrota à Direita nas eleições legislativas de 2022.
A nossa tarefa é apontar para a massificação das lutas, pautando um movimento construído de baixo para cima, construir um movimento independente do governo e confiar no potencial da classe trabalhadora.
A situação mostra o potencial para unir as lutas atuais através de um plano de greves intersetoriais que defendam os serviços públicos, os salários e casas em boas condições para todos com mais eficácia.
O golpe de Pinochet teria sido impedido se toda a força dos explorados e oprimidos tivesse sido mobilizada por uma organização política com um programa capaz de substituir o capitalismo. Essa mobilização só é possível independentemente das instituições e partidos que defendem a manutenção do sistema. Essa é uma importante lição para as lutas de hoje em todo o mundo.
As ideias de Leon Trotsky e o Trotskismo têm sido muito difamados e distorcidos ao longo da história. Mas quem foi Leon Trotsky, o que é o Trotskismo e qual é a relevância para as lutas que enfrentamos hoje na década de 2020?
Organizada para marcar o 100º aniversário da fundação da Oposição de Esquerda, a Escola Mundial de Quadros deste ano reuniu mais de 220 pessoas de mais de 25 países em Leuven, na Bélgica – às quais se juntaram centenas de outras no zoom – para desenvolver a análise, as ideias, o programa e a luta para construir partidos revolucionários e fazer do “trotskismo – um movimento para a década de 2020”.
O capitalismo, sistema em que a economia é movida pela perspetiva de lucro de uma minoria, é incapaz dessa transição, pois cada capitalista tem de defender a manutenção e crescimento dos seus lucros, tenham eles origem em investimentos fósseis ou não. Quando as empresas descarbonizam, são os trabalhadores que pagam a fatura!
Os ataques às pensões e a política do presidente Macron e da primeira-ministra Borne não serão derrotados através de moções de censura e de referendos, mas através da luta!