Somos o coletivo Luta pelo Socialismo

Preparamo-nos para uma revolução que acabe com o capitalismo, o imperialismo e as guerras, lutando contra todas as formas de exploração e opressão que este sistema doentio e as suas crises produzem. Participamos no Projeto para uma Internacional Marxista Revolucionária, uma rede internacional de trabalhadores e jovens revolucionários presente em mais de 25 países em todos os continentes, bem como na ROSA Internacional – Movimento Feminista Socialista. Contacta o nosso grupo em Portugal para discutir estas ideias e a construção a nível internacional de uma sociedade onde a economia é planificada democraticamente, o socialismo!

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Novo partido de esquerda anunciado num momento em que o governo de Starmer está a falhar

As sondagens mostram que uma nova formação de esquerda pode representar uma ameaça real para o Partido Trabalhista. 140.000 pessoas inscreveram-se nas primeiras 10 horas. A votação do Partido Trabalhista em 2017, sob a liderança de Corbyn, foi de mais 3,2 milhões de votos do que a “esmagadora” eleição de Starmer em 2024. Curiosamente, antes mesmo de ter sido formado, as sondagens indicam que entre 10 a 18% dos eleitores disseram que apoiariam o novo partido.
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Trabalhadores iranianos exigem um cessar-fogo imediato e o fim do genocídio e da repressão

Começaram manifestações contra a guerra a nível internacional, muitas das quais se fundirão com a luta contra o genocídio contínuo em Gaza, e podem também inspirar-se no movimento “Mulher, Vida, Liberdade”. A declaração de quatro prisioneiras políticas — Reyhaneh Ansari, Sakineh Parvaneh, Verisheh Moradi, Golrokh Iraee — contrabandeada para fora da notória prisão de Evin, inspirará os protestos. Diz assim: “A nossa libertação, a libertação do povo do Irão da ditadura governante, só é possível através da luta massiva e pelo recurso às forças sociais — e não por colocar as nossas esperanças em potências estrangeiras. Estas potências — movidas pela exploração, colonialismo, belicismo e assassinato em massa — trouxeram sempre devastação a esta região. E para nós, não trarão senão novas formas de destruição e colonialismo moderno.”
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Derrota eleitoral da esquerda em Portugal e perspetivas de luta 

Como é possível esta derrota eleitoral da esquerda parlamentar, que acresce à do ano anterior, no país que na última década era apontado como exemplo para a esquerda reformista? E como é possível que, no país onde a extrema-direita apenas elegeu o seu primeiro deputado em 2019, esta força política seja já a segunda mais importante no parlamento?
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Abordagem Marxista à Luta pela Libertação da Palestina

Uma Palestina livre — o fim da ocupação, das leis do apartheid, das colónias de povoamento e da supremacia racial, e o reconhecimento do direito de regresso dos refugiados palestinianos à sua terra natal histórica. Para além de apoiar firmemente estas reivindicações, argumentamos que elas são incompatíveis com a existência de um Estado sionista colonizador de povoamento; esse Estado tem de ser derrubado e desmantelado. As questões que se colocam são: será isso possível, dadas as actuais correlações de forças? Quem tem o poder de enfrentar um Estado tão militarizado e os seus aliados imperialistas? E, se for possível, que tipo de solução poderá garantir uma libertação genuína e uma paz duradoura para todos? Por mais exigente que seja, elaborar uma solução viável e uma estratégia e tácticas para a concretizar pode trazer a esperança necessária para a causa palestiniana. Aqui, oferecemos as linhas gerais de uma perspetiva marxista sobre estas questões, como contributo para este movimento vital.
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“Caravana da Perseverança” ruma a Gaza para quebrar o cerco

Esta caravana é um ato importante — uma prova de que os povos do Norte de África recusam manter-se em silêncio perante o genocídio. Pode ajudar a galvanizar o tipo de ação de massas, popular e transfronteiriça necessária para quebrar o cerco a Gaza. Na Tunísia, na Argélia e em todo o Magrebe, os sindicatos de trabalhadores e estudantes e os movimentos sociais devem aproveitar este momento para coordenar e intensificar ações nos seus próprios países. Em toda a região, é urgente transformar esta caravana num ponto de partida para um movimento mais amplo, organizado e enraizado de solidariedade da classe trabalhadora e da juventude com a Palestina — um movimento que desafie o sionismo, o imperialismo e todos os regimes capitalistas árabes que os sustentam.
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EUA: Milhares protestam contra as batidas policiais racistas de Trump em Los Angeles!

O capitalismo americano apoia o genocídio em Gaza enquanto persegue os migrantes em seu próprio país. No entanto, a classe trabalhadora latina e norte-americana, com exemplos como a resistência mexicana, mostra o retorno de uma atitude combativa, organizada e solidária contra as tentativas de Trump de separar famílias, deportar trabalhadores e aterrorizar os imigrantes sem documentação. Convocamos as comunidades latinas, os trabalhadores migrantes e os trabalhadores norte-americanos a continuar a luta contra as batidas migratórias, a defender nossas comunidades, nossas famílias e nossa classe como um todo. Nenhum ser humano é ilegal! Chega de ICE, chega de terror!
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Como a Quarta Internacional enfrentou a Segunda Guerra Mundial

Mas o que era, afinal, a Política Militar Proletária? A capitulação em França revelou a incapacidade dos Estados-nação capitalistas de garantir o que os trabalhadores necessitavam: proteção contra invasões, ocupações e repressão fascista. Os capitalistas temem armas nas mãos da classe trabalhadora! Os revolucionários deveriam denunciar esta realidade e exigir o armamento da classe trabalhadora enquanto classe. Opondo-se tanto à guerra imperialista como ao pacifismo, a Quarta Internacional resistiu às pressões para declarar uma ‘trégua de classe’ durante a guerra.
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Contra o genocídio, o militarismo e a guerra! Só a classe trabalhadora internacional pode defender o direito de autodeterminação!

A máxima marxista de que nenhuma nação pode ser livre se oprimir outras nações deve valer na luta revolucionária contra o militarismo e a guerra que caracterizam esta fase avançada do capitalismo. A classe trabalhadora dos países imperialistas deve erguer-se contra as intenções bélicas das suas burguesias locais e, lutando pela sua própria emancipação, associar-se às lutas nacionais dos povos oprimidos: contra a espoliação dos recursos naturais da Ucrânia, contra o genocídio do povo palestiniano, contra todas as tentativas de subjugar a vontade dos povos à ganância parasitária da burguesia.
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