8M25: É necessária uma tempestade urgente de resistência feminista, antirracista e socialista

O Dia Internacional da Mulher deve ser um grito de mobilização, não só para resistir à atual vaga de ataques, mas para construir uma alternativa revolucionária forte e com princípios. A nossa luta não é apenas pela ‘sobrevivência’, mas por um futuro onde nenhuma mulher ou pessoa oprimida tenha de viver com medo. Não podemos lutar apenas para defender direitos ameaçados ou recuperar direitos perdidos; precisamos de romper com um sistema que nunca foi concebido para os garantir. Isto significa organizar-nos nos nossos locais de trabalho, nas nossas comunidades e nas ruas — reagindo a cada novo ataque, mas também construindo as forças capazes de derrubar este sistema apodrecido por completo. Significa ligar a luta pela libertação de género à luta pelo poder da classe trabalhadora, à luta contra o racismo, o colonialismo e o imperialismo — e em busca de um mundo socialista. Um mundo onde as nossas vidas já não sejam ditadas pelos lucros de uma pequena elite dominante, que recorre a métodos cada vez mais brutais, opressivos e reacionários para impor a sua dominação sobre o resto do planeta.
Ler mais

A n⧬ssa opressão e exploração, o lucro dos capitalistas!

Precisamos de uma luta protagonizada pela classe trabalhadora, aliada às lutas contra todas as opressões! Como trabalhadoras, juntamente com todos os trabalhadores, temos um impacto neste sistema económico que depende da nossa força de trabalho em setores essenciais! Se ativarmos a solidariedade entre trabalhadores e oprimidos, em oposição à competitividade e individualismo promovidos pelo capitalismo, conseguiremos alcançar muitas mais vitórias.
Ler mais